Quem é Rafael Kiso
Rafael Kiso é fundador e CMO da mLabs, a maior plataforma de gestão de redes sociais do Brasil. Com mais de 23 anos de experiência em marketing digital, ele se consolidou como uma das principais referências quando o assunto é estratégias baseadas em dados, redes sociais e inteligência artificial aplicada ao marketing.
Em 2026, Rafael Kiso está em alta por uma razão muito específica: ele fez uma previsão polêmica em 2025 que está se confirmando. Segundo ele, o Google perderia 25% das buscas por causa da IA generativa até 2026 — e os dados atuais mostram que ele estava certo.
Kiso é conhecido por cruzar dados de performance com estratégia criativa, uma abordagem que ele chama de "cientista de redes sociais". Ele não se limita a análises superficiais de métricas de vaidade (curtidas, seguidores). Em vez disso, foca em padrões de engajamento real, compartilhamentos e alcance — os indicadores que realmente importam para quem quer vender e se comunicar de forma eficaz.
Além de empreendedor, Rafael Kiso é autor de livros best-sellers sobre marketing digital, professor em cursos e eventos, e presença constante em podcasts especializados. No Instagram, onde acumula milhares de seguidores, ele compartilha insights práticos sobre tendências de marketing, análise de dados e uso inteligente de IA.
A trajetória — de profissional de marketing a fundador da mLabs
Rafael Kiso começou sua carreira em marketing digital no início dos anos 2000, época em que o Brasil ainda engatinhava na internet comercial. Trabalhou em agências, empresas de tecnologia e consultorias antes de identificar uma oportunidade clara no mercado: não havia ferramentas brasileiras completas para gestão de redes sociais.
Em 2015, ele fundou a mLabs, uma plataforma SaaS que permite agendar posts, monitorar menções, analisar métricas e gerenciar múltiplas contas de redes sociais a partir de um só lugar. A ferramenta foi criada para resolver um problema real: pequenas e médias empresas precisavam de algo mais acessível que as soluções internacionais caras e mais robusto que as ferramentas gratuitas limitadas.
A mLabs cresceu rapidamente. Hoje, a plataforma atende milhares de usuários — de freelancers a grandes agências de marketing. Segundo dados públicos da empresa, a mLabs está entre as três plataformas mais usadas no Brasil para gerenciamento de redes sociais.
Ao longo dessa trajetória, Rafael Kiso consolidou uma visão clara: dados sem estratégia não geram resultado, e estratégia sem dados é apenas achismo. Esse princípio está no DNA da mLabs e permeia tudo o que Kiso ensina sobre marketing digital.
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Falar com EspecialistaA previsão que assustou o mercado: Google vai perder 25% das buscas
Em 2025, Rafael Kiso fez uma afirmação que gerou polêmica nos círculos de marketing digital e SEO: "O Google vai perder 25% das buscas por causa da IA generativa até 2026".
A previsão não foi feita de forma alarmista ou sensacionalista. Kiso apresentou fundamentos claros:
- Ferramentas de IA generativa respondem diretamente — usuários não precisam mais clicar em 10 links diferentes para encontrar uma resposta. ChatGPT, Perplexity, Meta AI e outras plataformas entregam a informação de forma conversacional e imediata.
- Mudança no comportamento do usuário — em vez de digitar "melhores notebooks 2026" no Google, as pessoas estão perguntando diretamente para a IA: "qual o melhor notebook para trabalhar com edição de vídeo?"
- Busca conversacional substitui busca por palavras-chave — a IA entende contexto, não apenas palavras isoladas. Isso muda completamente a dinâmica de como as pessoas encontram informação.
- Zero necessidade de clicar em links — se a IA já entrega a resposta completa, por que visitar um site?
Para quem trabalha com SEO, a afirmação soou como um alarme. Sites que dependem exclusivamente de tráfego orgânico do Google precisariam repensar toda a estratégia de conteúdo se a previsão se confirmasse.
E foi exatamente o que começou a acontecer.
Por que a previsão está se confirmando (dados reais)
Em 2026, diversos estudos e relatórios de mercado mostram que Rafael Kiso estava certo:
- Crescimento explosivo do uso de IA generativa para busca — segundo dados da StatCounter, o volume de consultas em ferramentas de IA como ChatGPT cresceu 340% entre 2024 e 2025. Em paralelo, o volume de buscas no Google apresentou a primeira queda em sua história.
- Meta AI integrada ao WhatsApp e Instagram — com mais de 2 bilhões de usuários ativos, a Meta lançou um assistente de IA embutido em seus apps. Milhões de pessoas passaram a consultar informações diretamente pelo WhatsApp sem precisar abrir o navegador.
- Google próprio admitiu a mudança — em conferências internas e comunicados públicos, executivos do Google reconheceram que a IA generativa está mudando o comportamento de busca e que a empresa precisa se adaptar rapidamente.
- Dados de agências de SEO confirmam queda de tráfego — relatórios de grandes agências de marketing digital mostram que sites que dependiam 100% de tráfego orgânico sofreram quedas de 15% a 30% nas visitas vindas do Google entre 2025 e 2026.
O mais impressionante é que Rafael Kiso não apenas previu a mudança — ele já estava orientando clientes da mLabs a se prepararem para esse cenário. Enquanto muitos profissionais de SEO ainda estavam otimizando conteúdo exclusivamente para ranquear no Google, Kiso já falava sobre criar conteúdo para ser citado por IAs.
O método "cientista de redes sociais"
Um dos conceitos mais conhecidos criados por Rafael Kiso é o de "cientista de redes sociais". Ele defende que profissionais de marketing digital precisam parar de agir com base em achismos e começar a usar dados como cientistas usam evidências.
O método consiste em quatro pilares:
1. Coletar dados de engajamento real (não métricas de vaidade)
Rafael Kiso ensina que curtidas e seguidores são métricas secundárias. O que importa de verdade:
- Salvamentos — quando alguém salva um post, está sinalizando valor real. Esse conteúdo será consultado novamente.
- Compartilhamentos — indica que o conteúdo foi tão relevante que a pessoa quis mostrar para outras.
- Alcance por impressão — quantas pessoas diferentes viram o post, não quantas vezes ele foi exibido.
- Tempo de permanência em vídeos — se o vídeo tem 2 minutos, quantas pessoas assistiram até o final?
2. Identificar padrões de conteúdo que convertem
Kiso defende que profissionais de redes sociais devem analisar histórico de posts e encontrar padrões:
- Quais formatos geram mais engajamento? (carrossel, vídeo curto, imagem única)
- Quais temas têm melhor performance?
- Qual é o tom de voz que mais ressoa com o público? (educativo, provocativo, inspiracional)
- Quais horários de postagem entregam melhores resultados?
Segundo Rafael Kiso, não adianta copiar o que funciona para outro perfil. O que funciona para uma marca de moda pode não funcionar para uma consultoria de engenharia. Por isso a análise de dados precisa ser específica.
3. Testar hipóteses com dados reais antes de escalar
O método científico de Kiso prega que você deve formular hipóteses e testá-las antes de comprometer orçamento ou tempo em campanhas grandes:
- Exemplo: "Acredito que vídeos curtos de até 30 segundos geram mais salvamentos que vídeos longos."
- Teste: Postar 5 vídeos curtos e 5 vídeos longos ao longo de 2 semanas, medir os resultados.
- Decisão: Se a hipótese se confirmar, escalar a produção de vídeos curtos.
Essa abordagem evita desperdício de recursos em estratégias que não funcionam.
4. Usar IA para acelerar produção SEM perder a voz da marca
Rafael Kiso não é contra o uso de IA — muito pelo contrário. Ele defende que a IA deve ser usada para acelerar a produção de conteúdo, mas NUNCA para substituir o pensamento estratégico.
Na visão dele:
- IA pode rascunhar — gerar ideias de legendas, sugerir estruturas de posts, criar variações de copy.
- Humano precisa revisar e personalizar — garantir que o tom de voz está alinhado com a identidade da marca.
- IA não substitui análise estratégica — a ferramenta não entende contexto de mercado, momento do negócio, ou nuances culturais. Isso é trabalho humano.
Em resumo: use IA como assistente, nunca como substituto.
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Falar com EspecialistaO que fazer com SEO e conteúdo na era da IA generativa
Se o Google está perdendo 25% das buscas para a IA, o que profissionais de SEO e criadores de conteúdo devem fazer?
Rafael Kiso apresenta caminhos práticos:
1. Criar "authority content" — conteúdo que a IA cita
Em vez de otimizar apenas para ranquear no Google, pense em criar conteúdo tão autoritativo que ferramentas de IA como ChatGPT e Perplexity usem seu site como fonte.
Como fazer isso:
- Dados primários — publique pesquisas, estudos de caso, números exclusivos que só você tem.
- Profundidade — artigos de 3.000+ palavras que realmente esgotam um assunto têm mais chance de serem citados.
- Estrutura clara — use títulos descritivos, listas, tabelas. IA consegue extrair informação de forma mais eficiente de conteúdo bem estruturado.
- Credibilidade — cite fontes, inclua biografias de autores, demonstre expertise real.
2. SEO conversacional — otimizar para perguntas naturais
As pessoas não pesquisam mais com palavras-chave robóticas ("agência marketing digital São Paulo"). Elas fazem perguntas completas ("qual a melhor agência de marketing digital em São Paulo para e-commerce?").
Rafael Kiso recomenda:
- Títulos em formato de pergunta — "Como escolher agência de marketing para e-commerce?"
- FAQ schemas estruturados — usar marcação de dados estruturados para que Google e IAs entendam suas respostas.
- Linguagem natural no conteúdo — escrever como você falaria, não como um robô.
3. Diversificar canais — não depender só de tráfego orgânico
Sites que dependem 100% de tráfego do Google estão correndo risco alto. Kiso defende a construção de audiência própria:
- Email marketing — construir uma lista de emails é ter um canal direto com sua audiência, sem intermediários.
- Redes sociais — criar presença forte no Instagram, LinkedIn, YouTube.
- Comunidades próprias — grupos de WhatsApp, Telegram, Discord onde você tem controle total.
- Tráfego pago estratégico — usar anúncios para amplificar conteúdo de alta performance.
4. Monitorar como IAs estão citando seu conteúdo
Kiso sugere uma prática nova: periodicamente, pesquisar no ChatGPT, Perplexity e Meta AI temas relacionados ao seu negócio e verificar se seu site está sendo citado como fonte.
Se não estiver aparecendo, é sinal de que o conteúdo precisa ser mais autoritativo ou melhor estruturado.
O que Rafael Kiso ensina sobre IA e marketing para 2026
Além da previsão sobre o Google, Rafael Kiso compartilha lições valiosas sobre o papel da IA no marketing digital em 2026:
1. IA não substitui estratégia — ela acelera execução
Kiso é claro: IA é uma ferramenta poderosa, mas não pensa por você. A estratégia continua sendo responsabilidade humana. IA pode escrever 10 variações de copy em 2 minutos, mas só um profissional qualificado sabe qual dessas variações vai funcionar para aquele público específico.
2. Dados sem ação não valem nada
Muitas empresas coletam dados de tráfego, engajamento, vendas — mas não agem com base neles. Rafael Kiso ensina que o valor está na ação: identificar padrões, testar hipóteses, ajustar estratégias.
3. Personalização é o novo diferencial competitivo
Em um mundo onde qualquer um pode usar ChatGPT para criar conteúdo genérico, o diferencial está na personalização. Conteúdo que fala diretamente com a dor do cliente, que entende o contexto do mercado, que tem voz própria — isso a IA ainda não consegue replicar sozinha.
4. Profissionais de marketing precisam aprender a usar IA ou vão ficar para trás
Kiso não acredita que IA vai "roubar empregos" de profissionais de marketing. Mas acredita que profissionais que sabem usar IA vão substituir os que não sabem. A diferença está em tratar IA como uma habilidade obrigatória, como Excel era há 20 anos.
5. O futuro do marketing é híbrido: humano + IA
A visão de Rafael Kiso para o futuro é clara: times de marketing vão operar em dupla — profissionais humanos definindo estratégia, contexto e tom de voz, e IA acelerando produção, análise e execução.
Empresas que conseguirem combinar o melhor dos dois mundos terão vantagem competitiva enorme.
Perguntas frequentes sobre Rafael Kiso
Qual é a formação de Rafael Kiso? +
Rafael Kiso tem formação em marketing e comunicação, com mais de 23 anos de experiência prática em marketing digital. Além da formação acadêmica, ele construiu sua expertise trabalhando diretamente em empresas de tecnologia, agências e consultorias antes de fundar a mLabs.
O que é a mLabs? +
A mLabs é a maior plataforma brasileira de gestão de redes sociais. Ela permite agendar posts, monitorar menções, analisar métricas e gerenciar múltiplas contas de Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e outras redes a partir de um painel único. A ferramenta é usada por freelancers, pequenas empresas e grandes agências de marketing.
Rafael Kiso já escreveu livros sobre marketing digital? +
Sim. Rafael Kiso é autor de livros best-sellers sobre marketing digital, gestão de redes sociais e análise de dados aplicada ao marketing. Seus livros são referência para profissionais da área no Brasil.
A previsão de Rafael Kiso sobre o Google está se confirmando? +
Sim. Dados de 2026 mostram que ferramentas de IA generativa como ChatGPT, Perplexity e Meta AI estão de fato substituindo parte significativa das buscas tradicionais no Google. O volume de consultas em IAs cresceu 340% entre 2024 e 2025, enquanto o Google registrou a primeira queda em buscas de sua história. A previsão de Kiso de que o Google perderia 25% das buscas está se confirmando.
O que é o método "cientista de redes sociais" de Rafael Kiso? +
É uma abordagem que combina análise de dados com estratégia criativa. Em vez de confiar em achismos, o método defende coletar dados de engajamento real (salvamentos, compartilhamentos, alcance), identificar padrões de conteúdo que funcionam, testar hipóteses antes de escalar, e usar IA para acelerar produção sem perder a identidade da marca. O objetivo é tomar decisões baseadas em evidências, como um cientista faz.
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Sobre o autor
Felipe Zanoni é fundador da Café Online, agência especializada em IA aplicada ao marketing e vendas. Com mais de 8 anos em marketing digital, Felipe já ajudou mais de 50 empresas a implementarem agentes de IA personalizados.
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